Projeto “Vó Maria Conga e a Menina que se Chamava Algodão”
Criado em 2017 pela servidora da Casa José de Alencar, Marta Zélia, o projeto utiliza a contação de histórias como ferramenta de educação patrimonial e antirracista. A partir da narrativa da menina que desejava ser branca, a atividade promove reflexões sobre identidade, diversidade, racismo e intolerância religiosa, aproximando crianças de 5 a 10 anos das exposições e do acervo do Museu Arthur Ramos, especialmente das peças relacionadas às religiões de matrizes africanas.
A contação integra a programação de visita mediada à Casa José de Alencar e pode ser solicitada por escolas e grupos que tenham crianças na faixa etária de 5 a 10 anos, mediante agendamento prévio pelo e-mail institucional da Casa. A iniciativa também busca ampliar o diálogo sobre relações étnico-raciais junto a professores, familiares e mediadores culturais, consolidando a contação de histórias como prática de educação patrimonial e formação antirracista.
A narrativa utilizada como referência é “Vó Maria Conga e a Menina que se Chamava Algodão”, de Márcia Moraes.
E-mail: casajosedealencar@ufc.br
